“Meu pai sempre me dizia que o difícil não é chegar mas sim permanecer”

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Na semana passada, Edinson Cavani jogou pouco menos de meia hora no Estádio Centenário de Montevidéu, onde o Uruguai venceu o Peru por 1 a 0 e garantiu uma vaga na próxima Copa do Mundo.

 

“Na minha carreira, o que me levou a permanecer na elite do futebol por muitos anos, como aconteceu com outros atacantes e outros jogadores, acho que foi a regularidade. O que te dá essa regularidade é a forma de treinar, de se preparar e de muitas vezes ter que abrir mão de muitas outras coisas na vida”, revelou em entrevista ao Manchester United.

 

“Então, todos esses passos são os que te dão a possibilidade de, no momento que você tem que chegar lá, manter a regularidade. Acho que a regularidade é o principal nesse caso”, acrescentou.

 

Ao mesmo tempo, Cavani agradeceu os conselhos de seu pai, que também o ajudaram a se tornar o jogador de futebol que é hoje.

 

“Meu pai sempre me disse, quando eu era pequeno, que o difícil não é chegar, mas sim permanecer. Então, é uma coisa que ficou comigo, sempre tentei não errar em nada e me aplicar em tudo para poder ter essa regularidade e permanecer na elite do futebol. E hoje sou grato por esse conselho do meu pai, e acho que é uma das coisas que não só no futebol, mas em outras áreas também. Regularidade é o que te mantém em movimento e o que o faz sempre manter uma linha”, explicou ele.

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O passar dos anos leva alguns dos jogadores mais experientes a adaptar seus métodos de treinamento para maximizar seu tempo na elite do esporte, assim como Ryan Giggs fez quando mudou sua dieta e passou a praticar ioga.

 

No entanto, Cavani assegurou que seus próprios métodos não mudaram apesar de sua idade. “Eu nunca mudei minha forma de treinar, nunca. Eu sempre treinei da mesma forma. Sempre tive aquela mentalidade de que você joga enquanto treina. Então, para jogar enquanto você treina, com certeza você precisa treinar bem, porque você tem que entrar em campo para competir E para competir tem que estar 100%”, confessou.

 

“Então, é normal que o tempo comece a passar, você comece a crescer e aprender muitas coisas, mas o dia em que eu tiver que parar de treinar com a intensidade que sempre fiz, independente da minha idade, acho que vai ser o dia em que deixarei de jogar futebol”, acrescentou.

 

Por fim, o uruguaio disse: “Há muitas teorias. Dizem que os maiores jogadores têm que treinar menos para chegar ao momento e estar bem, mas depende de qual é o objetivo. Para mim, você vai jogar como você vai treinar. Então, você não precisa mudar a intensidade no treino. Por isso eu nunca mudei até hoje. E, no dia que eu tiver que mudar, eu não vou mais jogar futebol”.

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