Coutinho já fala do Barça no passado: “É difícil falar o que não deu certo”

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Philippe Coutinho voltou a brilhar depois que deixou o Barcelona e vestiu a camisa do Aston Villa. O seu rendimento na Inglaterra garantiu o seu retorno a Seleção Brasileira e em entrevista ao ‘Globo Esporte’, Coutinho falou sobre presente, passado e futuro.

 

Como não poderia ser diferente, o Barça foi um dos temas principais: “É difícil falar o que não deu certo, talvez alguns pontos do que você citou. Tive bons momentos lá, mas a sequência e a forma de atuação foram fatores que poderiam ser diferentes. Era o momento de seguir em frente, sempre com muito respeito e profissionalismo. Sou grato ao Barcelona por acreditar no meu trabalho e grato por ter defendido um clube com a história construída”.

 

O meia-atacante analisou a sua volta a Premier League e o fato de ser treinador por Gerrard: “Acredito que venho me adaptando bem nesse retorno ao futebol inglês. É um campeonato que conheço e me sinto bem jogando. Além disso, fui muito bem recebido por todos e isso tem me ajudado bastante”.

 

“Tivemos uma conversa que me deixou muito à vontade e motivado. Ele falou do projeto do Villa, dos objetivos, do que esperava de mim e era algo que eu buscava também. Acredito que tomamos uma boa decisão e as coisas seguem bem”.

 

Confira outros temas da entrevista de Philippe Coutinho ao ‘Globo Esporte’:

Brasil favorito para a Copa do Mundo

 

“Se você for perguntar fora do Brasil, acho que dificilmente encontrará alguém que não coloque o Brasil entre os candidatos a vencer a próxima Copa do Mundo. Falo isso pelo que a Seleção representa mundialmente e pelo nosso grupo, que é muito qualificado e vem de anos de resultados consistentes. Sempre se tem o que melhorar e estamos trabalhando para chegar no final do ano no nosso melhor”.

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Lesões

 

“Foi um período muito difícil por toda situação. Já é complicado realizar uma cirurgia, imagina três e ficar nove meses sem jogar, quando a previsão inicial era de 40 ou 45 dias. É um processo de altos e baixos, paciência e determinação, que apoiados pela minha família e amigos foi enfrentado pelo objetivo de voltar a fazer o que mais gosto. Hoje, felizmente já posso dizer que esse momento difícil ficou para trás”

 

“Como eu disse, foi um processo longo e exigente. Tem a dor física, tem a parte mental. Mas eu botei na minha cabeça que ia dar tudo certo e mentalizar esse lema contribuiu para todo o processo. Graças a Deus e aos profissionais que me acompanharam estou realizando o que amo”.

 

Era uma rotina muito pesada, especialmente a parte da fisioterapia, as pessoas não fazem ideia de como é doloroso, do quanto você precisa estar focado para se recuperar. Fazia tratamento pela manhã, tarde e em alguns momentos, até de noite”.

 

Jogar no Brasil

 

“Difícil falar sobre futuro, não devemos fechar portas e fico feliz pelo interesse desses times em contar com meu trabalho, mas hoje penso na minha realidade que é o futebol europeu”.

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